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<title>Monografia TCC Pronta </title>
<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com</link>
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<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:47:02 +0100</pubDate>
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<title>Monografia TCC Pronta </title>
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	<title>A DIDATICA NA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO</title>
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		<description><![CDATA[<p>As pessoas estão dotadas de um talento especial e logo vão à escola com a finalidade de fortalecer-se no mesmo e ainda para explorar novos talentos e conhecer outras fortalezas mediante as quais construirão um projeto de vida que será útil à família, à sociedade e a si mesmas. </p>
<!--more-->
<p>Nas diferentes épocas a escola se preocupou em cumprir de uma maneira ou outra esta função e o fez nas diversas etapas associadas à idade do indivíduo e também à ambição de seu projeto de vida. </p>
<p>Ao chegar à universidade uma pessoa tem o propósito de constituir-se num profissional em determinada área do conhecimento e desta maneira cumprir com o duplo propósito de ser útil a seu país e encontrar um modo de crescer como pessoa e como especialista em certa área do conhecimento. </p>
<p>Nada mais adequado para fortalecer a cultura dos povos e propagá-la do que a educação. José Martim afirmou oportunamente: “A Mãe do decoro, a seiva da liberdade, a manutenção da república e o remédio de seus males é, sobretudo o último, a propagação da cultura”. </p>
<p>A educação é um processo complexo em que é posta a prova a capacidade de entendimento, de interpretação, de argumentação e de elaboração de novas propostas por parte do estudante que em última análise deve ser o mais interessado em superar-se e em converter-se numa pessoa que possa oferecer um aporte importante ao desenvolvimento e ao crescimento de seu meio. </p>
<p>As aprendizagens variarão em sua qualidade de acordo com elementos que fazem parte do ensino. É por isso que sempre que se fale de aprendizagem será necessário falar também de ensino e de todos os componentes da mesma. A aprendizagem e o ensino tiveram diversas formas de desenvolver-se em cada uma das épocas que fazem parte da história da humanidade. </p>
<p>Desta maneira passamos da época em que o artesão se fazia acompanhar de um jovem que o observava e o ajudava em assuntos menores do ofício. Enquanto estava no ateliê o jovem acompanhante estava aprendendo a forma de exercer seu ofício porque algum dia também seria um especialista, de grande desempenho na arte que havia aprendido. </p>
<p>Chegado o momento ele mesmo se faria acompanhar por pessoas pertencentes às novas gerações e a elas lhes ensinaria tudo o que precisariam aprender para que por sua vez aprendessem as diversas tarefas e adquirissem destrezas e habilidades com as quais poderiam ser os novos trabalhadores. </p>
<p>Todo o anterior ocorreu ao longo de muitos anos. Mas depois as mudanças estruturais no setor produtivo e na sociedade fizeram necessário que a instrução e a educação passassem a fazer áreas do conhecimento especializadas que devessem desenvolver-se de outra maneira em cumprimento de princípios básicos que uma e outra vez foram aplicados e uma e outra deram resultados. </p>
<p>A educação se apoiava cada vez mais na ciência e passou a estruturar-se como uma nova ciência, razão pela qual deveu e deve ser estudada cuidadosamente. Dentro da educação aparece como um componente fundamental a didática, cuja estatura de ciência é inegável se se tem em conta que em possui um objeto próprio que ademais específico de estudo. </p>
<p>Tal objeto é o processo de ensino aprendizagem. Ademais se apóia em categorias, leis regularidades, teorias, princípios, modelos, regras didáticas, métodos, procedimentos, estratégias e meios para operar sobre seu objeto de estudo. Essa é a razão pela qual não deve deixar-se nada a esmo e, ao contrário, devem estabelecer-se alguns procedimentos, cumprir-se normas, trabalhar à luz de princípios e fazer um seguimento especial aos resultados.</p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br">http://www.monografiaac.com.br - Monografias AC</a></p>
<p><a href="http://www.monografiaultra.com.br">http://www.monografiaultra.com.br - Ultra Monografia</a></p>
<p><a href="http://www.monografiaad.com.br">http://www.monografiaad.com.br - AD Monografia - Base para TCC</a></p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">http://www.monografiaalpha.com.br - Alpha monografia Pronta</a>
</p>
]]></description>
	<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:17:13 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>EDUCAÇÃO - DESENVOLVIMENTO X SUBDESENVOLVIMENTO</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2009/07/15/educacao-desenvolvimento-x-subdesenvolvimento</link>
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		<description><![CDATA[<p>A necessidade de uma educação intercultural se converteu num discurso excludente que deixou de lado um enfoque interessante: o enfoque Ciência, tecnologia e sociedade (CTS) que abre um campo de comunicação transdisciplinar e promove a participação social<br />
Referir-se a uma educação intercultural é fazer alusão a uma educação para a diversidade cultural, como bem afirma Carlos V. Zambrano, que de maneira muito pertinente faz notar que desde 1990, esta desenvolveu maior força na América Latina.
</p>
<!--more-->
<p>Este artigo foi trazido pela equipe de <a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografia e Monografias AC</a></p>
<p>Sem lugar a dúvidas, a educação intercultural tem como finalidade revalorar não somente o passado indígena senão também seu presente, isto é não só enfrentar a função social que tem a história senão também a sua utilidade plasmada na tradição, presente na vida diária dos povos.</p>
<p>Quando se menciona o tema de uma educação intercultural, muitos docentes excluem uma educação científica, o mesmo fenômeno ocorre quando se faz referência a uma educação científica, de imediato, o docente exclui uma educação intercultural. </p>
<p>Os docentes não conseguiram desfazer-se do grande mito em torno do divórcio entre humanitdade e ciência, o que não se pode negar que é notório em nosso meio tanto a nível fundamental como a nível superior. </p>
<p>Neste sentido, a educação CTS fomenta um espaço de encontro entre estas duas maneiras de perceber o mundo e contribui com uma visão social sobre a significação da atividade científica e tecnológica, a respeito se poderia afirmar que a CTS incorpora a riqueza interpretativa das disciplinas humanísticas e sociais para entender em que consiste a atividade tecnocientífica e como se desenvolve”.</p>
<p>A afirmação precedente nos conduz a perguntar se a educação intercultural é tão necessária para entender as raízes dos povos e seu desenvolvimento bem como sua maneira de viver no presente, é talvez possível realizá-la afastada dos avanços tecnológicos que nas zonas mais longínquas da capital de nosso Brasil são evidentes? Por que se a educação CTS e a educação intercultural tentam tornar participe a sociedade, não é possível unificá-las? Talvez podemos viver ao lado do desenvolvimento tendo uma política educativa de subdesenvolvimento?. </p>
<p>Não há lugar no país onde não exista um rádio, ou pelo menos uma luz, nas tribos selváticas onde pouco chega a civilização chega uma luz e um rádio a pilhas. Assim mesmo, não podemos isolar-nos e escapar da globalização pois é impossível afastar-se dela.</p>
<p>Nesta época se faz imperativo que o docente encare o papel ativo que lhe toca desempenhar. Este é paradigma de valores e fonte de saber para seus alunos, como tal deve assumir o desafio que lhe corresponde e ser sujeito ativo de mudança numa sociedade democrática e responsável.</p>
<p>Um compromisso responsável do docente que possa unir educação intercultural e educação científica-tecnológica daria como resultado o despertar do corpo discente de maneira consciente à pós-modernidade que foi dada a luz por sua mãe a modernidade e em muitos lugares não se inteiraram de seu nascimento ainda.</p>
<p>Conte com a AD <a href="http://www.monografiaad.com.br">Monografia Pronta para monografias de base</a> ou ainda a <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Monografia Alpha Monografias</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2009/07/15/educacao-desenvolvimento-x-subdesenvolvimento#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 01:13:30 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MARIOLOGIA - MONOGRAFIA DE TEOLOGIA</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/12/14/mariologia-monografia-de-teologia</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/12/14/mariologia-monografia-de-teologia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Deve-se partir do princípio de que a Mariologia é uma matéria pertencente à Teologia Dogmática, portanto, é fundamentalmente especulativa, como a Cristologia, a Eclesiologia ou o Tratado de Deus Uno e Trino. Mais ainda, para aceder ao estudo teológico da pessoa e da missão de Santa Maria é preciso ter conhecimentos prévios das outras matérias da Teologia Dogmática, e em especial da Cristologia, pela conexão tão evidente e necessária que há entre ambas as matérias.
</p>
<!--more-->
<p>A <a href="http://www.monografiaad.com.br">Monografia Facil</a> AD realizou este artigo como parte integrante de uma <a href="http://www.monografiaad.com.br/introducao-monografia.html">introducao de monografias</a> sobre Mariologia</p>
<p>Efetivamente, a reflexão teológica sobre Santa Maria tem de realizar-se numa perspectiva cristocêntrica, porque esta perspectiva responde ao que é essencial no ser, na vida e na contribuição de Maria à história da salvação. </p>
<p>Se toda mãe diz relação essencial a sua maternidade de tal forma que, ao conceber, sua vida começa a dizer insubstituível referência à vida do filho, com maior razão tem de dizer-se que Cristo é toda a vida desta Mulher eleita para Ele como Mãe no mais humano e pleno dos sentidos. Isto é assim até o ponto de que quem não percebe o radical cristocentrismo do pensamento cristão sobre a Virgem não pode compreender a justa proporção em que a Teologia realiza suas afirmações e propõe suas hipóteses em torno das diversas facetas da doutrina mariana.</p>
<p>Mas se é verdade que Cristologia e Mariologia estão relacionadas entre si por vínculos indissolúveis, também é claro que a Mariologia não pode considerar-se como um “duplicado” da Cristologia, nem como um simples desenvolvimento da Cristologia. A verdade sobre Maria diz também direta referência à verdade sobre a Igreja. Ela é tipo da Igreja e nela atinge a Igreja sua mais alta realização. </p>
<p>Como Cristo se reflete em Maria, assim também se reflete na Igreja. Por esta razão, “a Mariologia tem por isso não só significado cristológico, senão também significado eclesiológico. Pode-se ver em Maria à Igreja, e na Igreja a Maria. Quem olha a Igreja contempla a Maria”. </p>
<p>Com vigor descreveu esta união Paulo VI: “Sua essência íntima (da Igreja), a principal fonte de sua eficácia santificadora, tem de procurar-se na mística união com Cristo; união que não podemos pensá-la separada daquela que é Mãe do Verbo encarnado, e que Cristo mesmo quis tão intimamente unida a si para nossa salvação. </p>
<p>Assim tem de enquadrar-se na visão da Igreja a contemplação amorosa das maravilhas que Deus fez em Maria. E o conhecimento da doutrina verdadeira católica sobre Maria será sempre a chave do exato entendimento do mistério de Cristo e da Igreja.</p>
<p>Conte sempre que precisar com a AC <a href="http://www.monografiaac.com.br">monografia de Teologia</a> para ótimas monografias nos mais diversos temas.
</p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">http://www.monografiaalpha.com.br - Alpha Base teorica para seu TCC ou sua Monografia</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/12/14/mariologia-monografia-de-teologia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 09:52:21 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>RESPONSABILIDADE INTERNACIONAL DOS ESTADOS</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/11/30/responsabilidade-internacional-dos-estados</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/11/30/responsabilidade-internacional-dos-estados</guid>
		<description><![CDATA[<p>O tema da responsabilidade internacional dos Estados para uma monografia ou um TCC constitui um dos mais polêmicos do Direito Internacional Público. No Direito Internacional atual se experimenta uma ampliação dos supostos que geram responsabilidade e os sujeitos aos que esta é exigível.
</p>
<!--more-->
<p>A <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografia Pronta</a>, autora desta monografia, tem como premissa auxiliar na elaboração de material bibliográfico de embasamento e suporte para monografias e tcc. </p>
<p>Teoria e prática continuam reconhecendo a responsabilidade por ato ilícito e a responsabilidade do Estado como os supostos mais significativos meio ao tema tratado. </p>
<p>A reparação constitui a forma genérica e essencial de tornar efetiva a responsabilidade. É necessário distinguir os crimes internacionais dos simples ilícitos para determinar os efeitos da responsabilidade internacional. </p>
<p>O labor codificador das NU ainda é insuficiente no tratamento da responsabilidade internacional. Não obstante às deficiências do Projeto da CDI, este constitui um lucro em matéria de responsabilidade. A comunidade internacional não conta com os mecanismos necessários nem as estruturas adequadas para exigir responsabilidade e realizar seus efeitos. Esta abordagem de <a href="http://www.monografiaalpha.com.br/realizacaodemonografia.html">realização de monografia </a>tem muito sucesso nos cursos de Direito. </p>
<p>Os Estados não são, e cada vez em menor medida, os únicos atores na cena internacional e, muito menos ainda, nos conflitos armados. As normas sobre a responsabilidade do Estado, em particular as que codificou a CDI, estão dirigidas exclusivamente aos Estados a título individual e como membros da sociedade internacional.</p>
<p>Por isso, seu possível impacto num maior respeito do direito internacional humanitário não deveria ser superestimado, em especial se se as compara com os mecanismos de prevenção e repressão dirigidos a indivíduos. </p>
<p>O Projeto e seu Comentário esclarecem, não obstante, muitas questões importantes relativas à aplicação do direito internacional nos seus diversos ramos, entre eles o humanitário e, portanto, podem contribuir para melhorar a proteção das vítimas da guerra por parte dos Estados, dado que, na dura realidade de muitos conflitos atuais, os Estados seguem desempenhando um importante papel, direto ou indireto, sobretudo se não se permite ocultar-se por trás da cortina de fumaça de etiquetas tais como a “mundialização”, “Estados em quebra” ou “elementos incontrolados”. </p>
<p>Em virtude das normas gerais sobre atribuição de fatos ilícitos, são responsáveis bem mais com freqüência do que seria desejável. Ademais, as infrações têm conseqüências não só humanitárias para as vítimas, senão também jurídicas para o Estado responsável. Por último, mediante os mecanismos combinados do direito internacional humanitário e das normas gerais sobre a responsabilidade dos Estados, todos os demais Estados estão facultados e obrigados a atuar quando se cometem essas violações. </p>
<p>Idealmente, deveriam fazê-lo através de instituições mundiais e zonais, um aspecto que a CDI talvez descuidou. No entanto, acontecimentos recentes mostram certa volta ao unilateralismo quando a situação realmente importa. O Projeto sobre a responsabilidade do Estado, aplicado a violações do direito internacional humanitário, lembra-nos que todos os Estados podem reagir licitamente e esclarece, em certa medida, o que os Estados deveriam fazer. Quiçá seja este a mensagem mais importante da análise que acabamos de efetuar. </p>
<p>Sempre que precisar buscar bibliografia e não conseguir encontrar, conte com a <a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografia - AC - TCC</a> para uma excelente monografia de base. </p>
<p>Ainda que a vontade política é, sem dúvida, necessária, a necessidade de respeitar e fazer respeitar o direito internacional humanitário não é um assunto de política, senão mais bem de direito.
</p>
<p><a href="http://www.monografiaad.com.br">http://www.monografiaad.com.br - AD monografia pronta para monografias</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/11/30/responsabilidade-internacional-dos-estados#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 02:39:41 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title> CONTRATOS ELETRONICOS - MONOGRAFIA DE DIREITO</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/11/03/contratos-eletronicos-monografia-de-direito</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/11/03/contratos-eletronicos-monografia-de-direito</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como objetivo principal deste trabalho de monografia, consta-se o estudo da possibilidade probatória dos contratos eletrônicos, assim como sua validade correlata a documentos de outra natureza.
</p>
<!--more-->
<p>Esta monografia, desenvolvida pela <a href="http://www.monografiaac.com.br">AC Monografias Prontas</a>, tem como função servir como uma base teórica bibliográfica fundamentadora, visando oferecer uma fonte de inspiração e encaminhamento para que se possa, por parte do(a) aluno(a) realizar sua própria <a href="http://www.monografiaac.com.br/monografiasdireito.html">monografia ou seu TCC de Direito</a>, </p>
<p>Inúmeros questionamentos podem ser levantados em relação a este tema, sendo de primordial entendimento, devido à dependência contemporânea crescente em relação à expansão eletrônica, devendo-se demarcar sua validade diante do Direito do Brasil, assim como de outros países visando uma elucidação ampliada sobre o tema. </p>
<p>Na sua grande maioria, pode-se notar um despreparo por parte dos códigos jurídicos, nacionais e internacionais para questões de tal natureza, já que sua quase totalidade se apóia sobre documentos escritos e assinados em papel, o que é díspar da natureza, veículo e matéria dos contratos eletrônicos. Apesar desta inadequação, observa-se que a expansão eletrônica gera um sem número de situações onde verdadeiros contratos são firmados por base contratos eletrônicos, ao mesmo tempo em que operações de grande vulto ocorrem de modo eletrônico e devem ser reguladas e protegidas da mesma forma que outras operações. </p>
<p>No entanto, muitas outras deixam de existir devido às inúmeras dúvidas geradas quanto à proteção cabível, quais as garantias que ambos os lados de uma determinada operação podem ter e contabilizar no sentido de se resguardarem de quaisquer riscos, assim como na tabulação de contratos físicos. </p>
<p>Obviamente que os reflexos contratuais advindos de uma consideração correlata aos contratos eletrônicos será sempre de grande valia para a modernização crescente das inúmeras operações e contatos em realização. </p>
<p>Outro questionamento bastante profundo e também passível de ser relacionado à sua validação é a possibilidade de que os contratos eletrônicos, tais como correios eletrônico, mensagens, contratos entre outros sejam utilizados como provas jurídicas. </p>
<p>As correntes doutrinárias são bastante díspares quanto a tais questionamentos, devendo-se esclarecê-los. </p>
<p>Inicia-se este trabalho com uma descrição acerca da natureza dos contratos eletrônicos, em que consistem, quais são os veículos, sua expansão no Brasil e em outros países, as formas de segurança eletrônica existentes atualmente, entre outros dados. </p>
<p>Em seguida, trata-se do sistema jurídico brasileiro em relação ao tema, quais as normativas existentes que tratem sobre a questão, ou ao menos exerçam alguma influência sobre a temática deste trabalho. Da mesma forma, segue-se uma discussão acerca do tratamento jurídico internacional sobre tal questionamento. </p>
<p>O terceiro capítulo é referente à discussão sobre a aceitação de contratos eletrônicos como prova jurídica, suas possibilidades, vieses, jurisprudências fixadas entre outros. Assim, a partir da iniciativa da  <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografia de base para TCC e monografias de Direito</a>, tem-se uma excelente monografia embasadora sobre o tema.
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/11/03/contratos-eletronicos-monografia-de-direito#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 04:26:58 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>EXPLORACAO DO TRABALHO INFANTIL</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/10/28/exploracao-do-trabalho-infantil</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/10/28/exploracao-do-trabalho-infantil</guid>
		<description><![CDATA[<p>Atualmente há uma preocupação muito grande para resolver a questão do trabalho infantil no Brasil, visto que a relação de desigualdades sociais, ainda é fruto de descaso não somente dos governantes, mais também de muitos da sociedade civil que não se preocupam ou não sabem como ajudar a amenizar tais situações.
</p>
<!--more-->
<p>Esta monografia, realizada pelo <a href="http://www.monografiaad.com.br">time de monografias de pronta ajuda para monografia ad</a>, tem como meta a discussão sobre a exploração do trabalho infantil no Brasil contemporaneo.</p>
<p>Diante disto, em nosso cotidiano, em pleno espaço público visualizamos os descasos com criança e adolescentes. Para tanto abordaremos inúmeras considerações sobre os problemas sociais que afligem essas crianças chamada menor, faremos uma abordagem a nível de Brasil.</p>
<p>Atualmente no Brasil, estima-se que tenhamos cerca de 2 milhões de jovens trabalhadores com idade entre 10 e 14 anos. Há muito se sabe que a exploração da mão de obra de crianças e adolescentes é desmedida e impune. Alguns dados levantados pelo ministério do trabalho apontam que cerca de 55% dos jovens com menos de 14 anos que trabalham não recebem qualquer tipo de remuneração. Assim fazendo-o somente para ajudar os pais a completar cotas como, por exemplo, na agricultura. </p>
<p>Em todo o mundo existe o trabalho infantil e podemos observar a espantosos números, mais de 250 milhões de crianças trabalhadoras. Proporcionalmente, isso significa que uma em cada cinco crianças, entre cinco e quatorze anos, compõe o mercado de trabalho. A análise das legislações internacionais sobre o trabalho infantil seria uma excelente abordagem para uma <a href="http://www.monografiaad.com.br/08_mestrado.html">monografia ou uma dissertacao de mestrado</a></p>
<p>A intolerância com o fato de crianças trabalharem sendo privadas de etapas de sua vida em que a formação escolar e o direito ao lazer são privilégios instituídos por Lei, que se define com uma diretriz consistente. Assim, tem-se assinalado de que maneira o trabalho precoce fere os direitos da infância. </p>
<p>Os argumentos utilizados podem dirigir-se para os aspectos relativos à cidadania, bem como pode deslizar para os de uma lógica econômica racional, que enfatiza o impacto no trabalho sobre a capacitação desses sujeitos em uma futura inserção no mercado de trabalho. </p>
<p>Está em curso portanto o enfrentamento de uma questão social que se inscreve em múltiplas dimensões da realidade; é, de lado, eminentemente política no que toca implementar um novo olhar sobre direitos sociais e que como tal não pode ignorar o modo como a riqueza está distribuída de forma marcadamente desigual no país, e de outro lado é cultural, uma vez que a persistência do trabalho exercido por crianças e adolescentes exprime valores sociais distintos sobre a adequação entre trabalho e idade. Se for verdade que a pobreza, entendida como acesso precário a uma renda condigna para sobrevivência do grupo familiar, explica grande parte do quadro que estimula crianças a trabalhar, também é certo que determinados fatores culturais, que se sobrepõe na forma de organização da família, que se expressam nas relações entre adultos e crianças, na concepção sobre os gêneros e idades nas formas de reciprocidade engendradas no grupo familiar, são fatores relevantes para explicar o porquê da persistência no trabalho para as crianças em determinado meios sociais.</p>
<p>Conte com a Alpha <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Monografia de Direito de suporte para monografias prontas e tcc</a> para realizar uma monografia excelente de fundamentação bibliográfica facilitadora.
</p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br">http://www.monografiaac.com.br - Ac Monografia Pronta e monografias de base</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/10/28/exploracao-do-trabalho-infantil#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 03:08:13 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>TRANSFERENCIA PSICANALITICA GRUPAL - II parte</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/09/03/transferencia-psicanalitica-grupal-ii-parte</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/09/03/transferencia-psicanalitica-grupal-ii-parte</guid>
		<description><![CDATA[<p>Esta é a segunda parte do artigo envolvendo o funcionamento do processo de transferência, a partir de um enfoque psicanalítico, em um grupo
</p>
<!--more-->
<p>. Da mesma forma, esta segunda parte foi trazida pela <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografia de suporte teorico para TCC </a> </p>
<p>É aqui onde Freud introduz ao líder como fonte de sugestão primitiva, reforçada pelo contágio que os indivíduos exercem mutuamente. </p>
<p>A pessoa estabelece uma dupla relação na massa: com o líder e com os outros da massa; sendo o líder, o que possibilita que cada indivíduo possa confraternizar com os outros e suspender o encontro a agressividade, o qual se dá pelo amor, que é o único sentimento que a contém nas multidões. </p>
<p>Os sujeitos fazem massa quando por efeito da sugestão se identificam com o líder como semelhante, é uma relação especular de eu a eu, onde prima o amor para o líder, o que permite inibir a agressividade com os outros membros da massa.</p>
<p>Segundo <a href="http://www.bookfinder.com/author/sergio-larriera-sanchez/">Sergio Larriera</a>, quem propôs os conceitos de trança, corrente e nodo, e quem retoma a Freud nas estruturas de Eu ideal e ideal do Eu que se põem em jogo na identificação; ressalta como o sujeito da massa se encontra num estado de idealização, de máximo alheamento. Faz uma diferenciação entre situação grupal e situação de massa, mostrando que na primeira há uma característica singularizada e numerável e na outra se propõe o outro como inumerável. </p>
<p>Faz-se necessário precisar que a identificação está na base de todo fenômeno coletivo mas é na forma de relacionar-se o sujeito com o outro como se define o grupo e a massa. No grupo é possível falar de um fantasma coletivo enquanto os corpos desmembráveis de cada sujeito são articuláveis entre si. </p>
<p>Este fantasma tem uma estrutura imaginária cujo suporte discursivo permite discernir a posição de cada sujeito dos que constituem o grupo. </p>
<p>É no fenômeno da massa que a identificação cobra dois sentidos: um dirigido ao líder ao qual se considera diferente, ideal, modelo, guia. O líder, desde um lugar imaginário, é esse Outro completo, com o qual os outros procuram completar-se. </p>
<p>Coloca-se no ideal do eu, conseguindo a identificação que constitui ao eu ideal. Por outro lado se dá a identificação aos demais membros da massa, todos se identificam com todos em sua situação incompleta, procurando completar-se no líder. A identificação de todos a este dá conta da única relação possível do sujeito aos outros da massa, já que é o único diferenciável da mesma.</p>
<p>No grupo a identificação se dá entre seus membros, identificação baseada na semelhança dada sua falta de completitude e na busca de deste estado entre eles, isto é, todos são objeto de completitude imaginária para os outros. </p>
<p>Para mostrar a forma como se dão as identificações num grupo se pode recorrer à figura topológica do Nó Borromeu apresentado por Lacan, que faz uso deste para exemplificar a forma como inter-relacionam três sujeitos.</p>
<p>Para que se apresente o Nó é necessária uma mudança essencial, mudança possibilitada pelo terapeuta. É um movimento que se realiza de uma estrutura de corrente a uma de nodo, onde a função principal na corrente recai sobre o elo central, lugar que ocuparia o terapeuta. </p>
<p>A diferença do Nó, conceito unido à noção de estrutura, isto é, onde nenhum dos elementos que o conformam pode discernir-se sua importância, já que estes não têm função particular como tais, senão que cobram tal importância em função da estrutura.</p>
<p>O nó reúne três círculos, onde nenhum deles ocupa uma posição privilegiada sobre os demais. Não ocorre isto na corrente, já que nela o elo central ocupa uma posição tão essencial, que de chegar a soltar-se, se soltarão os dois restantes.</p>
<p>Assim, já se tem uma excelente base para a realização de uma monografia, como forma de pesquisa de base teórica para que você realize seu próprio <a href="http://www.monografiaac.com.br">TCC ou sua monografia</a>
</p>
]]></description>
	<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 06:40:18 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>TRANSFERENCIA PSICANALITICA GRUPAL - I</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/09/03/transferencia-psicanalitica-grupal-i</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/09/03/transferencia-psicanalitica-grupal-i</guid>
		<description><![CDATA[<p>Conquanto se propôs o que é a transferência na clínica psicanalítica, segue o teorizar sobre o que é a transferência grupal. A transferência no que é a análise dos grupos, teve sua própria conceitualização, mas o tema ainda não foi suficientemente debatido desde os ambientes coletivos ou virtuais.
</p>
<!--more-->
<p>Esta é uma especialização da aplicabilidade da transferencia psicanalítica. Desta feita, torna-se especial para uma abordagem diferencial em monografias ou pesquisas para TCC. Portanto, é um prazer para a <a href="http://www.monografiaac.com.br">AC Monografia e Monografias Prontas </a>abordar este tema neste artigo. </p>
<p>Uma das razões é a tendência no <a href="http://ead.uepb.edu.br/">ambiente virtual</a>, a privilegiar a particular relação polar entre o agente ativo (o que ensina, o que expõe) – agente passivo  (o que lê, o que responde, o que aprende), com as ferramentas assincrônicas do sistema. </p>
<p>Tanto no trabalho grupal como individual se apresentam mecanismos como o deslocamento, projeção, inversão, negação e outros, que se constroem a partir da resistência e se atualizam na transferência. </p>
<p>É por isso que a resistência é abordada como tudo o que põe obstáculos o trabalho de acesso ao inconsciente em qualquer trabalho terapêutico, também é definido como uma manifestação própria do tratamento porque substitui a rememoração pela repetição, apresentando-se como transgressão da regra da associação livre.</p>
<p>Segundo Lacan, a resistência é transferência, a qual se especifica no discurso que é dirigido ao terapeuta. É por isso que o manejo da transferência se constitui na mais poderosa ferramenta do trabalho terapêutico, tentando por meio da verbalização a emergência de material reprimido e portanto inconsciente, para conseguir sua simbolização. Tal abordagem é muito eficiente e ocorre muitas vezes, seja na prática psicanalítica, em outras formas relacionais, mesmo entre o aluno que faz sua <a href="http://www.monografiaac.com.br/orientadortcc.html">monografia e o orientador do TCC</a></p>
<p>Nos grupos, a transferência cobra similar importância, isto é, o manejo que dela realize o terapeuta ou o docente possibilitará a circulação e elaboração de significantes que girem num grupo.</p>
<p>O ideal do eu (analista) onde por instantes se projetam fantasias, ideais, ilusões, aludem finalmente ao desconhecimento sobre a castração do sujeito, no reconhecimento de que se está em falta e que vai mais além do que é a semelhança, a identidade ao outro. No grupo esta se vive por que há existência de visão, visão que os sujeitos dão e ao mesmo tempo recebem dos demais.</p>
<p>Daqui seria possível desprender o fato de que a presença ou ausência de visão no grupo e em análise cobrem a importância decisiva para a elaboração, isto dado pela forma como o outro devolve ao sujeito sua própria mensagem, acelerando ou retardando uma resposta deste. Num grupo, a posição ocupada por quem coordena é o que marca a diferença entre este fenômeno (grupo) e a massa. Por isto, a partir de vários elementos que apresentam tais fenômenos, pode estabelecer-se em que radica a diferença, a qual se postula a partir da identificação.</p>
<p>No texto “Psicologia das massas e análises do Eu” Freud aborda o conceito da identificação e a importância desta na estruturação do sujeito, localizando-a como ponto fundamental na constituição da massa, considerando esta como uma subjetivação de um fato social, o qual é o resultado de uma reunião de indivíduos e estabelece as condições que levam ao sujeito a fazer massa, sendo o subjetivo a essência e seu princípio material. </p>
<p>Por isso afirma que massa é o que o sujeito não pode deixar de fazer, pela condição de sê-lo, já que desde o mesmo começo o Outro está implicado na vida anímica dele, seja como modelo, objeto, auxiliar ou adversário e por isso dentro da massa, o individual não existe. </p>
<p>Para sua explicação se alude à presença de um novo instinto, o gregário. Este opera desde o começo na família, o qual se explica a partir da teoria psicanalítica da identificação onde está a base da constituição do sujeito e sua possibilidade de ser.</p>
<p>É com respeito à massa psicológica, como ser provisório composto de elementos heterogêneos unidos por um instante, que Freud propõe o que enlaça uns a outros. Mostra os dois aspectos importantes na constituição da massa: o contágio e a sugestionabilidade.</p>
<p>Com respeito à massa Le Bon propõe como a partir do anonimato desaparece o sentimento de responsabilidade cedendo aos instintos pelo qual na massa todo interesse individual é sacrificado pelo interesse coletivo e onde o sujeito não tem consciência de seus atos. </p>
<p>Faz referência à massa como o reprimido inconsciente por que o sujeito se situa num lugar que lhe permite suprimir as repressões de suas tendências inconscientes, permitindo assim que os novos caracteres que manifesta sejam exteriorizações do inconsciente individual e explica a perda da responsabilidade pelo fato de ser a angústia social o nódulo da consciência moral.</p>
<p>Postaremos a segunda parte deste artigo, realizada pela <a href="http://www.monografiaad.com.br">Monografia AD e monografias de suporte</a>
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]]></description>
	<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 06:11:28 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>DIREITO INTERNACIONAL E KELSEN</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/08/26/direito-internacional-e-kelsen</link>
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		<description><![CDATA[<p>A reflexão em torno do conceito e fundamento do Direito Internacional, em cujo âmbito se inscreve o estudo desta monografia, esteve e está intimamente unida aos cruentos acontecimentos históricos que marcaram o século XX, principalmente os horrores da Segunda Guerra Mundial.
</p>
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<p>Sobre eles parece alçar-se uma exigência inadiável a construção de um sistema jurídico-político que impeça repetir os erros do passado ou que de alguma maneira se constitua em garantia de um futuro viável para a humanidade. Na exigência de prender a entidade ou as características do sistema normativo que regula as relações interestatais, juristas, políticos, sociólogos, intelectuais acreditaram ver a possibilidade de uma pacificação da sociedade internacional. </p>
<p>Cada vez mais monografias, <a href="http://www.monografiaalpha.com.br/artigocientifico.html">artigos cientificos </a>e projetos de pesquisa são realizados a partir das temáticas envolvendo o Direito Internacional. Assim, a <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Monografia Alpha e seu trabalho em Monografias e Pesquisas para TCC </a>teve como intenção a abordagem sobre este tema.</p>
<p>Neste sentido vão as palavras de Hans Kelsen, quando em 1944 recorda a todos aqueles que desejem estudar o problema da paz mundial de uma maneira realista que devem tratar esse problema... como o do aperfeiçoamento lento e constante da ordem jurídica internacional. </p>
<p>Mas, com independência dos acontecimentos históricos, toda Teoria do Direito com pretensão de plenitude, ou mais amplamente toda consideração filosófica sobre o Direito em geral, não pode extrair-se facilmente a uma reflexão crítica sobre o Direito Internacional. Especialmente problemas como a distinção entre a ordem moral e a ordem jurídica, a obediência ao Direito, a tensão entre soberania e direitos humanos ou a unidade do ordenamento jurídico à luz do estudo do sistema normativo internacional adquirem a qualidade de extenuantes fatores. </p>
<p>Paradoxalmente, a constante agitação de propostas críticas ou a abundante reflexão doutrinária que o tratamento de todos estes temas implicados não conseguiu eliminar, no entanto, a incerteza e as dificuldades na concretização da força e o valor da ordem normativa internacional. Talvez, pelo jogo dialético de princípios que podem avalizar comportamentos contraditórios, pela incerteza a respeito do que é a norma dada e a norma por construir ou pela forma em que se evidenciam os fenômenos do poder e da dominação o bem verdadeiro é que em torno desse ramo do saber jurídico os problemas teóricos parecem multiplicar-se e os princípios que desde as diferentes escolas jurídicas se defendem com respeito ao conceito e fundamento de Direito tornar-se cambaleantes.</p>
<p>O Direito Internacional parece presa de um destino singular que lhe condena desde seu nascimento a justificar-se constantemente a desenvolver-se e progredir sob a suspeita de sua falta de autêntica entidade jurídica.</p>
<p>Mas a exposição da doutrina internacionalista de <a href="http://www.mundodosfilosofos.com.br/bittar.htm ">Kelsen </a>propõe algumas dificuldades derivadas não só do volume da obra kelseniana senão da própria atitude intelectual do jurista austríaco que submete suas teses a uma permanente atualização e as confronta constantemente com teorias rivais. Por isso uma exposição de suas idéias, ainda que circunscrita ao âmbito do Direito Internacional, exige um contínuo vaivém entre as diferentes etapas do pensamento do jurista austríaco dentro de um esquema que creio que mais ou menos se mantém inalterável. </p>
<p>Vejamo-lo: Como é sabido o sistema jurídico constitui no marco das teses kelsenianas uma ordem coativa da conduta humana. Como ordem coerciva, dirá o pensador austríaco. o Direito é aquela técnica social específica que consiste na tentativa de conseguir a desejada conduta social dos homens por meio da ameaça de uma medida de coerção que se tomará no caso de conduta contrária, isto é, juridicamente danosa. </p>
<p>Mas para Kelsen o Direito também é uma ordem para promover a paz que tem por objetivo que um grupo de indivíduos possa conviver de tal forma que os conflitos que se suscitem entre eles possam solucionar-se de uma maneira pacífica; isto é, sem recorrer à força e de conformidade com uma ordem de validez geral.Assim, a <a href="http://www.monografiaac.com.br">AC Monografia e Trabalhos em Monografias</a> teve a possibilidade de demonstrar um pouco sobre este tema, oferecendo uma introdução sobre uma monografia relacionada.
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/08/26/direito-internacional-e-kelsen#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 04:48:02 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MONOGRAFIA EM EDUCAÇÃO - A AVALIAÇÃO ESCOLAR</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/08/03/monografia-em-educacao-a-avaliacao-escolar</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/08/03/monografia-em-educacao-a-avaliacao-escolar</guid>
		<description><![CDATA[<p>A renovação científico-técnica está presente no campo da Pedagogia e na Didática. Nestas ciências os métodos de ensino –aprendizagem estão em mudanças contínuas os quais abarcam o campo teórico-prático das mesmas.
</p>
<!--more-->
<p>A <a href="http://www.monografiaad.com.br">Ad monografia pronta de suporte para TCC</a> sabe a importância da avaliação nos processos educacionais, assim, traz este artigo para discussão e ampliação do conhecimento na internet. </p>
<p>Em nosso <a href="http://www.monografiaad.com.br/14_nossaempresa.html">trabalho de realização de monografias</a>, sabemos o quão essencial é a avaliação correta das potencialidades de um determinado aspecto, seja qual for, já que inúmeros elementos são passíveis de serem avaliados em cada monografia. </p>
<p>A aprendizagem dos conteúdos deve ser avaliada, pelo que esta avaliação da aprendizagem não se distancia das transformações, ainda que no interior das salas de aula em todos os níveis, mesmo nas instituições de ensino superior, em ocasiões se mantêm as tendências tradicionais estabelecidas através da história. </p>
<p>Como é o fato da não-co-participação dos sujeitos (alunos e professores) no desenho e elaboração da avaliação. Porque as funções dos alunos estão centradas em reproduzir e a dos professores em medir os objetivos educacionais propostos para quantificar os conhecimentos aprendidos em cada momento.</p>
<p>Tradicionalmente se pensava que a educação era uma poderosa arma para a estrutura, desenvolvimento e maturidade da personalidade humana. Durante este tempo a preocupação se salientava na procura do desenvolvimento integral de homem, para que atingisse os aspectos mais extremados da sua pura maturidade individual e social. </p>
<p>Esquecendo que vivendo em sociedade a criança aprende a planejar, direcionar, avaliar sua ação, e que ao longo desse processo, ela comete alguns erros, reflete sobre eles e enfrenta a possibilidade de corrigi-los. </p>
<p>Experimentam algumas alegrias, tristezas, períodos de ansiedade e de calma. Trata de buscar consolo em seus semelhantes. Não concebe a vida em isolamento.</p>
<p>O Ensino superior passa por uma crise sem parâmetros na questão educacional brasileira. A indefinição do seu papel, tanto ao nível teórico como prático, além do sucateamento que este sofre devido ao abandono em relação às políticas educacionais e investimentos fazem com que esta fase educacional não consiga alcançar os objetivos a que se propõe. </p>
<p>Este se configura como uma etapa continuada do ensino fundamental, onde se completaria o processo básico de formação e estruturação educacional do indivíduo, dando-lhe condições para que este possa exercer sua cidadania. No entanto, tal questão não é ainda um consenso. Primeiramente, de acordo com as novas políticas educacionais, o Ensino superior não é passível de obrigatoriedade, ao passo que o Ensino Superior tampouco prescinde do mesmo. </p>
<p>Assim, denota-se um contra-senso, onde tal fase educacional serviria de simples ponte não obrigatória para o ensino superior. </p>
<p>Da mesma forma, a heterogeneidade do público alvo do Ensino superior hoje no Brasil, configurado como um verdadeiro “depósito de jovens e adolescentes” e mesmo de adultos, sem um papel definido e utilizado somente como um período a mais na escola, denigrem bastante os resultados finais obtidos. </p>
<p>Desta feita, urge o estudo mais profundo acerca do impacto das metodologias de avaliação no ensino superior brasileiro. </p>
<p>Obviamente, nós acreditamos que a obrigatoriedade da realização de um <a href="http://www.monografiaad.com.br/06_graduacao.html">TCC por parte dos alunos de graduação</a> é essencial para o aprendizado dos mesmos, desta feita, temos como compromisso que nossas monografias sirvam como um porto seguro para que os alunos possam realizar sua própria monografia ou seu TCC.
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/08/03/monografia-em-educacao-a-avaliacao-escolar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 22:10:54 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>RADIOLOGIA - TOMOGRAFIA E DENTES IMPACTADOS - MONOGRAFIAS E TCC</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/08/03/radiologia-tomografia-e-dentes-impactados-monografias-e-tcc</link>
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		<description><![CDATA[<p>Embora as radiografias dentárias convencionais podem fornecer imagens satisfatórias de diagnóstico, falta-lhes a precisão necessária para a avaliação bucal palatal ou reabsorção da raiz dos dentes laterais especialmente em casos apresentando reabsorção leve ou inicial.
</p>
<!--more-->
<p>Este artigo foi desenvolvido pela <a href="http://www.monografiaac.com.br">equipe de monografia AC - monografias prontas</a>, como um trecho de uma monografia relacionada à aplicabilidade da tomografia computadorizada no diagnóstico e abordagem de dentes impactados. </p>
<p>Tal monografia, cujo impacto parece ser bastante significativo, fez com que nosso time de pesquisa monográfica buscasse abrir parte deste conhecimento para o público. </p>
<p>A tomografia computadorizada (TC) é mais rigorosa em termos de localizar o dente impactado em 3 dimensões e para diagnosticar lesões associadas, como a reabsorção das raízes dentárias adjacentes.(BACETTI, 1995)</p>
<p>No entanto, apesar da TC ser um elemento ativo nos casos em que se suspeita de reabsorção da raiz, seu elevado custo, tempo de realização do exame e aumento nos níveis da exposição às radiações acaba muitas vezes por restringir a sua rotina de uso no caso de dentes impactados. </p>
<p>A associação entre a impactação dentária com outras anomalias dentárias, independentemente de existir uma verdadeira relação genética, é clinicamente significativo para o profissional odontológico generalista. </p>
<p>Quando uma anormalidade associada é diagnosticada ou suspeita, ainda mais exames clínicos e radiológicos são indicados para investigar a possibilidade de malposições, reabsorções e desvios derivados ou atrelados à impactação. (MORAES, 2001)</p>
<p>Se dentes deslocados são identificados numa fase precoce da dentição mista, um tratamento interceptivo pode evitar complicações futuras e uma mais ampla gama de possibilidades de atuação no tratamento ortodôntico corretivo.</p>
<p>A partir daí, nosso time de pesquisa em <a href="http://www.monografiaac.com.br/tcc.html">monografias de embasamento para TCC</a> detecta uma amplitude bastante significativa de ramificações para a continuidade deste tema em diversas outras monografias, TCC e artigos científicos.
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/08/03/radiologia-tomografia-e-dentes-impactados-monografias-e-tcc#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 21:55:12 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>SURGIMENTO DO NATURALISMO - tema de monografias e tcc</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/12/surgimento-do-naturalismo-tema-de-monografias-e-tcc</link>
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		<description><![CDATA[<p>Os convencionalismos no tratamento dos vincos das roupas nas imagens pictóricas e esculturas foram substituídos por volumes mais sólidos e naturais num processo que começa em torno de 1210 com a fachada do Coroamento da catedral de Paris, e que continua depois de 1225 nas fachadas da catedral de Amiens.
</p>
<!--more-->
<p>A partir da equipe de <a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografias de Arte da Monografia AC</a></p>
<p>A partir de 1240 já se apreciam na fachada ocidental da catedral de Reims e nas estátuas dos apóstolos da Sainte-Chapelle de Paris os vincos pesados e angulosos, profundamente esculpidos de forma tubular, característicos da escultura gótica posterior. </p>
<p>Ao mesmo tempo as estátuas se liberaram do suporte arquitetônico.<br />
Nas estátuas de Reims e nas do interior da Sainte-Chapelle se consolidou o típico rosto das figuras góticas: forma triangular, queixo marcante, olhos amendoados e um marcado sorriso. </p>
<p>Ao mesmo tempo se iniciou a representação de posturas e gestos amaneirados, que resultam de uma síntese entre as formas naturalistas, a elegância cortesã e uma delicada espiritualidade.</p>
<p>Outros gêneros desenvolvidos pela escultura gótica foram as imagens votivas, esculturas de vulto redondo de pequeno tamanho com representações da Virgem e o Menino ou de Cristo crucificado, nas quais se apreciam as mudanças iconográficas que se produziram no mundo gótico, como uma maior humanização e naturalismo. </p>
<p>Por outro lado, o relevo atingiu grande esplendor nos retábulos, as cadeiras de coro e os sepulcros de grandes personagens.</p>
<p>Em relação às tendências naturalistas, surgiram interpretações mais humanizadas da Virgem com o Menino, imagens que mostram uma relação amorosa na qual a Virgem olha a seu filho docemente ou joga com ele enquanto lhe oferece uma flor ou uma fruta. </p>
<p>Um exemplo desta nova iconografia é a Virgem com o Menino da entrada inferior da Sainte-Chapelle, um modelo que seguiu vigente em Europa durante vários séculos.</p>
<p>Suporte em <a href="http://www.monografiaad.com.br">monografias de Arte sobre Naturalismo gotico - Monografia AD</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/12/surgimento-do-naturalismo-tema-de-monografias-e-tcc#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 02:27:01 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>INVESTIMENTO INTERNACIONAL EM AGROCOMBUSTIVEIS - tema de monografias</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/03/investimento-internacional-em-agrocombustiveis-tema-de-monografias</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/03/investimento-internacional-em-agrocombustiveis-tema-de-monografias</guid>
		<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o interesse das empresas pelos agrocombustíveis passou de um trote suave a um galope a toda velocidade.
</p>
<!--more-->
<p>Desenvolvimento de <a href="http://www.monografiaac.com.br">monografias em agronegócios e combustíveis - Monografia AC</a></p>
<p>Para os grupos empresariais e os políticos, os agrocombustíveis certamente são uma das formas de energia “renovável” mais potáveis porque encaixam facilmente na economia imperante baseada no petróleo. </p>
<p>Mas também oferecem oportunidades de lucro que os promotores do novo esquema dos negócios “ecológicos” captaram muito rápido.</p>
<p>Enormes quantidades de dinheiro se voltam agora em todo mundo para projetos de agrocombustíveis, com conseqüências transcendentes. </p>
<p>A onda de investimentos em agrocombustíveis está reformulando o próprio agronegocio. Há novos e poderosos atores que convergem no setor. As empresas de cosméticos estão vendendo biodiesel. Grandes petroleiras compram plantações. Especuladores de Wall Street assinam acordos com barões feudais do açúcar. </p>
<p>Todo o volume de dinheiro que circula pelo mundo reorganiza e intensifica as estruturas multinacionais, vinculando à mais brutal classe proprietária de terra do Sul com as mais poderosas empresas do Norte. </p>
<p>Conheça mais sobre a <a href="http://www.monografiaac.com.br/tcc.html">função de um TCC sobre biocombustíveis e outros</a></p>
<p>Este artigo analisa a expansão dos investimentos empresariais internacionais em agrocombustíveis e o controle que assumem sobre eles. Oferece um panorama de quem está investindo em agrocombustíveis e aonde vai o dinheiro. Procura esclarecer os modos em que as empresas multinacionais promovem as “vantagens ambientais” e os “benefícios econômicos” que deixariam aos agricultores, absorvendo em suas estratégias de lucro o desenvolvimento destes combustíveis como se fossem alternativos.</p>
<p>É uma tendência, uma bolha ou uma reconfiguração estrutural? É difícil dizê-lo a esta altura. Qualificá-la de inundação é talvez a forma mais apropriada de descrever o incremento de investimentos em agrocombustíveis ocorrido nos últimos anos. </p>
<p>Dificilmente passa um dia sem que em algum lado se dê a notícia de que se jogou a andar uma nova refinaria milionária de agrocombustível. </p>
<p>Quem está investindo nesta nova articulação? Como caberia supor, os grandes dos agronegócios são um dos principais respaldos. </p>
<p>Companhias de matérias primas agrícolas como Archer Daniels Midland (ADM), Nobre e Cargill realizam já fortes investimentos. Também as companhias que se especializam no comércio do açúcar, o azeite de palma e, em menor medida, o reflorestamento. </p>
<p>Também está o dinheiro do setor energético. Grandes companhias petroleiras como British Petroleum (BP) e Mitsui estão realizando investimentos substanciais. Também o fazem as companhias petroleiras mais diretamente vinculadas às agendas de seus governos em matéria de agrocombustíveis, como é o caso de Petrobrás do Brasil e PetroChina, e empresas menores como PT Medco de Indonésia e a Companhia Nacional de Petróleo de Filipinas. </p>
<p>Mas talvez a mais agressiva fonte de investimentos em agrocombustíveis provenha do mundo das finanças. Várias das casas mais poderosas e importantes do capital globalizado se agarraram ao jogo dos agrocombustíveis. </p>
<p>O financiamento provém de bancos tais como Rabobank, Barclays e Société Générale, e de fundos de capital como Morgan Stanley e Goldman Sachs, especializados em compras de empresas e que podem transferir rapidamente bilhões de dólares de uma parte a outra do mundo. </p>
<p>O Grupo Carlyle é um fundo investimento de 55 bilhões de dólares e notório chegado em Washington. Nos últimos anos realizou numerosas aquisições vinculadas aos agrocombustíveis através de seus grupos de energia renovável. Sua carteira inclui a um dos maiores grupos de etanol obtido de cana de açúcar e numerosas fábricas de agrocombustíveis nos Estados Unidos e Europa, que administra com grandes agroempresas como Bunge e ConAgra. </p>
<p>Em janeiro de 2007 se uniu a Goldman Sachs e A Richard Morgan, um dos apoios financeiros mais importantes do presidente George Bush, para assumir o controle da empresa de distribuição de energia Kinder Morgan, que maneja aproximadamente 30 por cento do etanol vendido nos Estados Unidos. </p>
<p>Faça um orçamento com a <a href="http://www.monografiaac.com.br/orcamentos.html">Monografia AC para lhe auxiliar em sua monografia</a></p>
<p>Ademais, estão os multimilionários: George Soros, o guru dos fundos de cobertura, é dono de operações no rubro etanol/agronegocios no Brasil; Bill Gates possui uma das empresas produtoras de etanol maiores dos Estados Unidos; Vinod Khosla, famoso no Google, é um importante investidor numa gama de negócios dentro do rubro de produção e tecnologia de agrocombustíveis; e o dono do Grupo Virgin e agora Virgin Fuels, Sir Richard Branson, tem uma avultada carteira de investimentos em agrocombustíveis. </p>
<p>Estes titãs da globalização não somente contribuem suas enormes fortunas à febre de ouro dos agrocombustíveis, senão também seu forte peso político.
</p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Monografia Alpha - pesquisas monograficas em agrocombustiveis</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/03/investimento-internacional-em-agrocombustiveis-tema-de-monografias#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 23:31:59 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O PENSAMENTO COMPLEXO MARKETING ADMINISTRACAO</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/01/o-pensamento-complexo-marketing-administracao</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/01/o-pensamento-complexo-marketing-administracao</guid>
		<description><![CDATA[<p>A divisão do trabalho  significou a ignição do motor da evolução humana em diversos planos, como ninguém pudesse imaginar.
</p>
<!--more-->
<p>No entanto, este enfoque segregador da realidade organizacional, esta visão fragmentadora, está definitivamente esgotado. </p>
<p>Este artigo foi trazido pela <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">equipe de Administração e Marketing e elaboração de Monografias - Monografia Alpha</a></p>
<p>Michel Hammer diz a respeito disto:"...No entanto, a realidade que têm que enfrentar é que as velhas maneiras de negociar - a divisão do trabalho sobre a qual as companhias se organizaram desde que Adam Smith assentou o princípio - simplesmente não funcionam mais.</p>
<p> A atual crise de competitivade global que enfrentam as empresas não é o resultado de uma recessão econômica temporal nem de um ponto baixo no ciclo dos negócios. Em verdade, já nem sequer podemos contar com um ciclo previsível dos negócios - prosperidade seguida de recessão, seguida de renovada prosperidade. </p>
<p>Entre em contato com a <a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografia AC e seu trabalho em monografias</a></p>
<p>No ambiente de hoje nada é constante nem previsível - nem crescimentos do mercado, nem demanda dos clientes, nem ciclo de vida dos produtos, nem taxa de mudança tecnológica, nem natureza da concorrência. </p>
<p>Este é um ótimo <a href="http://www.monografiaalpha.com.br/realizacaodemonografia.html">tema para a realização de sua monografia, tanto de Sociologia econômica como monografias de Administração ou ainda um TCC de Marketing</a></p>
<p>O mundo de Adam Smith e suas maneiras de fazer negócios são o paradigma de ontem..."Enquanto, Stephen Robbins, diz-nos em sua análise da tomada de decisões na prática:"...</p>
<p>O enunciado mais geral que podemos fazer é que os tomadores de decisões respondem à complexidade de sua tarefa reduzindo os problemas ao nível onde se entendam bem. Dado que a capacidade humana para formular e resolver problemas complexos é demasiado limitada para cumprir com todos os requisitos de uma racionalidade total, os tomadores de decisões operam nos confins de uma racionalidade limitada. </p>
<p>Constroem modelos simplificados que extraem os traços fundamentais dos problemas sem manejar toda sua complexidade. O tomador de decisões pode comportar-se em forma racional dentro dos limites do modelo simples..."Ou seja, que nosso gerente-decididor-homem racional, necessariamente deve simplificar, reduzir, redimensionar os problemas para poder depois operar com eles, excluindo aspectos ou relações em função de sua própria incapacidade de elaboração, e não necessariamente em função das características do problema a resolver....Este não parece ser o melhor caminho para enfrentar a complexidade.</p>
<p>A respeito, Peter Senge, propõe-nos como caminho alternativo a aprendizagem organizacional em marco do pensamento sistêmico, e não sugere que:</p>
<p>"...A arte do pensamento sistêmico consiste em ver através da complexidade as estruturas subjacentes que geram a mudança. Pensamento sistêmico não significa ignorar a complexidade, senão organizar a complexidade numa exposição coerente que alumie as causas dos problemas e o modo de remediá-los de forma duradoura. A crescente complexidade induz a muitos managers a supor que carecem da informação necessária para atuar com eficácia. Eu sugiro que neste sentido o problema fundamental não é a informação escassa senão a informação excessiva. Precisamos distinguir o importante do irrelevante, as variáveis decisivas das secundárias, e necessariamente fazê-lo de maneira que ajude aos grupos ou equipes a desenvolver um entendimento compartilhado...."</p>
<p>Uma perspectiva interessante do problema num sentido similar, é a que propõe Hervé Sérieyx, quando nos sugere "mudar de óculos" para compreender a situação:"... No momento em que as convenções materialistas e analíticas da revolução científica vacilam, abrem-se a nós outras formas de pensar. O estável, o circular, o determinado é substituído pela visão de um universo em devir permanentemente onde se conjugam o ordem e a desordem, o equilíbrio e o desequilíbrio, o previsível e o incógnito, o programável e as bifurcações aleatórias. </p>
<p>Esta nova forma de ver o mundo é o pensamento complexo, uma boa ferramenta para ajudar-nos a decifrar a complexidade de nossas organizações e a pilotá-las melhor. Mas não façamos ilusões: não nos proporcionará nem receitas para motivar ao pessoal nem artilugios para incrementar a competitividade. Pode ajudar-nos a ler o que nos parecia indecifrável e acrescentar nosso discernimento na ação." </p>
<p>Estes óculos novos, são o que denominamos pensamento complexo. E a respeito do diz Edgar Morín: </p>
<p>"....Não é o pensamento simplificador melhorado. O pensamento complexo não recusa em absoluto a clareza, o ordem, o determinismo. Sabe que é insuficiente; sabe que não se pode programar nem a descoberta, nem o conhecimento, nem a ação... Mas o que o pensamento complexo pode fazer é proporcionar a cada pessoa um momento, um prontuário, um lembrete que lhe diga: "Não esqueça que a realidade é mutante; não esqueça que o novo pode surgir e de uma ou outra forma, surgirá. " </p>
<p>Lembre-se, caso precise de ajuda, a <a href="http://www.monografiaalpha.com.br/nossotrabalho.html">Monografia Alpha está disponível </a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/04/01/o-pensamento-complexo-marketing-administracao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 23:46:27 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>COMUNICACAO INTERNA E SUCESSO ORGANIZACIONAL</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/28/comunicacao-interna-e-sucesso-organizacional</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/28/comunicacao-interna-e-sucesso-organizacional</guid>
		<description><![CDATA[<p>As relações interpessoais numa empresa podem lesar-se quando não existe um diálogo fluído ou quando se dão ordens cruzadas.
</p>
<!--more-->
<p>Dentro desta necessidade, a <a href="http://www.monografiaad.com.br">academia de elaboração de monografia pronta AD</a> contratou uma consultoria em relação interna</p>
<p>Os executivos em postos de comando devem comunicar a seus empregados que se interessam por eles.</p>
<p>Comunique às pessoas que se interessa por elas. </p>
<p>Conheça a cada membro de sua equipe, suas metas e aspirações específicas. Fale com eles a respeito de sua vida fora do trabalho, especialmente situações que possam estar afetando seu desempenho trabalhista. Quanto mais conheça às pessoas, mais fácil é identificar que as motiva.</p>
<p>Esta é uma das máximas que <a href="http://www.monografiaad.com.br/02_confianca.html">a equipe acadêmica de Monografia AD </a>esboçou num estudo interno no qual se dá uma série de senhas e pautas para melhorar a comunicação interna e conseguir melhores relações interpessoais dentro da companhia. </p>
<p>“Ajude às pessoas a entender como seu trabalho se ajusta às metas da empresa. É natural querer contribuir e fazer a diferença em sua empresa. É por isso que é tão importante para os gerentes que indiquem claramente a maneira como cada pessoa na equipe adiciona algo ao panorama total. Explicando como cada membro da equipe ajuda no avanço. Incrementando a confiança”, agrega o relatório da consultoria contratada. </p>
<p>E agrega-se as seguintes recomendações:</p>
<p>•Seja genuíno quando desenvolve uma relação. Comunique-se com sinceridade. Desta maneira, o outro descobrirá suas motivações mais rapidamente.</p>
<p>•Aceite aos demais tal qual são. Não trate de mudá-los. Pelo contrário, trabalhe sobre você mesmo. Uma vez que suas atitudes e ações para o outro começam a mudar, as respostas do outro para você também serão diferentes.</p>
<p>•Recorde que uma relação está desenvolvida por duas partes interessadas. Portanto, à hora de uma reparação, também é necessário que ambas as partes intervenham. Então, não pretenda que seja o outro o que faça todas as mudanças. Deve aceitar a responsabilidade que lhe toca numa relação.</p>
<p>•Uma vontade de compromisso nestas situações é sempre uma garantia de solução. Quando a relação foi construída baseando-se no respeito mútuo será mais fácil chegar a bom porto em situações de conflito.</p>
<p>No entanto, ainda nestes casos, as vezes é difícil atingir o acordo. Isto sucede quando as duas partes sentem que já cederam o suficiente. Como proceder nestas situações? Alguém deve dar o primeiro passo; ainda que isto suponha maior vulnerabilidade. </p>
<p>Caso contrário, os riscos que se correm são não avançar nos objetivos da relação por um estancamento ou, o que é pior, terminar com a relação.</p>
<p>•Não há que cometer o erro de pensar que essas pessoas deixarão por si mesmas de provocar conflitos se se as ignora.<br />
•Enfrentá-los de maneira ofensiva por causa de seu comportamento também não leva a bons resultados.<br />
•A melhor maneira de conseguir mudanças com estas pessoas é construir conexões positivas com elas. Por exemplo: compartilhar tempo e conhecer suas vidas.<br />
•Ademais, assegure-se de fazer foco no conflito e não nas pessoas que estão aparentemente envolvidas nele. Procurar culpados só exacerba o problema.<br />
•Realize todas as conversas que fossem necessárias mas sempre em privado.<br />
•Muito com freqüência, a causa de personalidades conflitivas se deve a fatores externos à relação trabalhista.</p>
<p><a href="http://www.monografiaad.com.br/14_nossaempresa.html">Nosso trabalho em monografias</a> foi extremamente melhorado com tais mudanças.</p>
<p>Além destas considerações, o grupo consultor ressalta que todas estas questões levam à proposta do tema principal nas relações trabalhistas: uma comunicação aberta e honesta é a base de toda relação. “Isto se consegue através de uma atitude que demonstre confiança tanto nas palavras como nos fatos”, diz o estudo.</p>
<p>Condição fundamental, a escuta é uma das competências fundamentais no processo de comunicação. Mais ainda, provavelmente seja um dos aspectos mais sobressalentes. É impossível chegar ao mútuo entendimento quando a comunicação é unilateral. </p>
<p>O desenvolvimento das relações interpessoais depende num princípio do líder, que deverá adotar uma atitude de compromisso, acessibilidade e sensibilidade no processo.</p>
<p>Sua função consiste em criar as molas necessárias para o desenvolvimento de um ambiente de abertura, honestidade e contenção. Um líder é quem estabelece o tom do negócio. Para isso, como primeira medida, deverá analisar aspectos relacionados com as características da cultura organizacional.</p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografia Ac – Elementos monográficos de comunicação interna</a></p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Monografia Alpha – Academia de elaboração didática em monografia para TCC de comunicação</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/28/comunicacao-interna-e-sucesso-organizacional#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 01:41:40 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>AQUECIMENTO GLOBAL - EFEITO DO HOMEM ?</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/23/aquecimento-global-efeito-do-homem</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/23/aquecimento-global-efeito-do-homem</guid>
		<description><![CDATA[<p>O CO2 não é tóxico e está naturalmente presente na atmosfera — mas é também um gás estufa (GH é sua sigla em inglês) e portanto uma causa potencial de aquecimento global antropogênico (AGW em inglês).
</p>
<!--more-->
<p>Existem duas vertentes quanto ao aquecimento global, uma seguida pela maioria, e a qual a <a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografia AC compartilha</a>, de que a humanidade deve rever seus conceitos e suas operações imediatamente se quer um nível de qualidade melhor, e a vertente americana, russa e de outros sítios desenvolvimentistas, que crêem que o aquecimento global independe da atividade humana. </p>
<p>Este artigo foi um desafio, para você, que nos lê, e para nós, pois foi redigido contrariamente ao nosso pensamento, para mostrar a <a href="http://www.monografiaac.com.br/nossotrabalho.html">importância da escolha do tema de monografia</a>, que deve ser sempre feita a partir do que você se sinta mais à vontade para escolher, não para agradar a outrem. </p>
<p>Os argumentos orais e os sumários científicos “amicus curiae”, a favor e contra, nunca trataram o tema básico: É o CO2 a causa principal do atual aquecimento? </p>
<p>Entre quem apoiou a posição do demandante se incluem dois Prêmios Nobel em química—apesar de que esta tática pode ter um efeito contraproducente quando os assistentes do magistrado descubram que os dois demonstraram pouca competência em disciplinas relevantes ao tema.</p>
<p>A ausência de uma boa ciência resulta evidente na rebuscada disputa legal a respeito da situação . </p>
<p>Para apoiar sua afirmação de que o aquecimento global antropogênico lesará a Massachusetts, seu promotor geral adjunto, James Milkey, invocou o crescimento do nível do mar e a perda de terras costeiras, baseando-se num depoimento anterior mas sugerindo ao tribunal não indagar sobre seus méritos. </p>
<p>Toda a informação disponível mostra que o níveis do mar a nível global se elevaram 400 pés desde o pico da era de gelo mais recente há 18.000 anos. No recente milênio, o índice foi de 18 centímetros (7 polegadas) por século—e há boas probabilidades de que este índice continue até a próxima era do gelo. </p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br/tcc.html">Fundamento do TCC para a Monografia AC – questão de futuro</a></p>
<p>As medições das marés ao redor do mundo não evidenciam aceleração alguma durante o século 20 senão somente uma subida constante-apesar do forte aquecimento global antes de 1940.</p>
<p>Como pode ser? Evidentemente, a subida esperada pelo derretimento dos glaciares e um oceano mais cálido e em expansão resulta bastamente compensada pela perda de água devida a uma maior evaporação dos oceanos e a conseqüente maior acumulação de gelo no continente antártico. </p>
<p>Assim, um período cálido de curta vida (durando décadas ou inclusive séculos) não acelerará a subida atual do nível do mar de 18 centímetros por século. </p>
<p>Em 1990, o Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática da ONU (IPCC é sua sigla em inglês) estimou um aumento de melhor “valor” de 66 centímetros para o ano 2100; em 1996, o painel da ONU informou 49 centímetros (com um desvio de 13 a 94 centímetros); em 2001, o painel da ONU falou de 9 a 88 centímetros, enquanto o relatório de 2007 estima um desvio mais razoável de 14 a 43 centímetros. </p>
<p>Em contraste, o depoimento do Sr. Milkey outorga 58—e tanto como 130 centímetros. Acidentalmente, James Hansen, um declarante a favor dos demandantes, afirma que será de até 600 centímetros para 2100. </p>
<p>Em outras palavras, os modelos exageram os efeitos do CO2, e inclusive os drásticos esforços para controlar as emissões são improváveis que afetem ao clima global. De fato, há boas razões para considerar que os crescentes níveis de CO2 são uma bênção—uma tese apoiada por estudos econômicos publicados. </p>
<p>Os engenheiros agrônomos concordam que, como o fertilizante essencial, mais CO2 melhorará o crescimento das colheitas e os bosques. Maiores temporadas de cultivo e menos geadas beneficiará à agricultura. </p>
<p>Ademais, o aquecimento oceânico inevitavelmente incrementa a evaporação e dessa forma as precipitações, aumentando a provisão global de água fresca. Ao mesmo tempo, a maior parte do aquecimento ocorrerá principalmente durante as noites de inverno nas latitudes elevadas. Tal aquecimento pode demorar ou inclusive cancelar a próxima era de gelo, que se espera que continue ao presente período cálido inter-glacial.</p>
<p>Você teria <a href="http://www.monografiaac.com.br/confianca.html">confiança em escrever sobre algo que não acredita em sua monografia?</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/23/aquecimento-global-efeito-do-homem#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 05:02:58 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O DIAGNOSTICO NA EDUCACAO 1</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/18/o-diagnostico-na-educacao-1</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/18/o-diagnostico-na-educacao-1</guid>
		<description><![CDATA[<p>O presente artigo recolhe as idéias mais essenciais com respeito ao que se poderia denominar "a evolução de um conceito: diagnóstico ".
</p>
<!--more-->
<p>Tomou-se em conta para sua realização uma variada revisão bibliográfica e o uso de outras fontes de informação.</p>
<p><a href="http://www.monografiaad.com.br">Desenvolvimento de conceitos em monografias educacionais - AD Monografia</a></p>
<p> Sem o menor ânimo de esgotar um tema tão polêmico, seus autores só se propõem, a promover uma reflexão em torno do que parece ser uma supervaloração da dimensão sociopsicopedagógica do diagnóstico.</p>
<p> As análises que se realizam a seguir partem das seguintes considerações: </p>
<p>1. O diagnóstico pedagógico ou Educacional, ao abordar o estudo e "aperfeiçoamento" de algo tão complexo como é o escolar, deve incluir em seu enfoque não só aspectos de caráter social senão também próprios do desenvolvimento biológico deste, para que então o conhecimento abarque sua essência BIOSSOCIAL. </p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografias Prontas em Educação e Pedagogia - Monografia AC</a></p>
<p>2. Relacionado com o anterior se considera que o processo do Diagnóstico Educacional, para que cumpra com esta exigência deve conter duas dimensões: A Sociopsicopedagógica e a Morfofisiológica.</p>
<p>3. Que tal processo não deve ser centrado nas dificuldades da aprendizagem, senão em todas as condições e fatores que limitem o desenvolvimento das potencialidades dos educando, em seu sentido mais amplo da definição, o que aponta para seu Desenvolvimento Integral.</p>
<p>4. É o professor do aluno, que se submete ao processo de Diagnóstico Educacional, o que possui muito boas condições para a execução deste processo, nas duas dimensões, ainda que fizesse falta um aperfeiçoamento e/ou ajuda para que isto fosse possível, já que há muitos anos, o professor se especializou só na aplicação dos indicadores da primeira, das duas dimensões pelas quais deve estar constituído o processo de Diagnóstico Educacional.</p>
<p>Com estas premissas teóricas, propõem-se as idéias que contém o presente artigo, cuja principal finalidade é promover novamente a análise e reflexão de um tema tão importante como o Diagnóstico Educacional. </p>
<p>Para a confecção deste material, foram valorizadas um total de 28 definições, selecionadas a esmo, que de uma forma ou de outra se referem ao Diagnóstico Pedagógico ou Educacional. Tais definições, foram classificadas em 2 grupos considerando como critérios de seleção o enfoque e o ano de publicação: </p>
<p>1. Enfoque centrado no modelo médico com orientação essencialmente clínico- pedagógico. </p>
<p>2. Definições que enfatizam o aspecto sócio-psicopedagógico; tudo isto com a intenção de ver as características de cada um destes grupos e poder fazer mais operativa a interpretação dos "possíveis mudanças" do conceito e alguma provável "tendência". </p>
<p>No primeiro grupo se localizaram as definições de 1960 em diante estando representado o grupo por 6 definições na qual incluem 3 dicionários, 1, pertencente a enciclopédia em suporte eletrônico, " Encarta" esta última de 2000 e 2 correspondente aos autores Freedman, (1982:808) e Rubinstein, Ya, S. (1989:72) os que convergem no enfoque médico – pedagógico.</p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografia - Elaboração de monografias de educação</a></p>
<p>Para ter uma idéia clara da orientação se cita o pertencente ao Aristos (1985:220) no que se propõe que diagnóstico: "... É sinônimo de diagnóstico / conhecimento dos sintomas de uma doença / determinar o caráter de uma doença..." Essencialmente igual aparece a proposta de definição em " Grande Dicionário CUJAS" (1960:268) da língua Inglesa, ao igual que seu homólogo de língua francesa Nouveau Petit Larousse (1970:167).
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/18/o-diagnostico-na-educacao-1#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 00:02:45 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O ENSINO SOCRATICO - PEDAGOGIA SOCRATICA</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/17/o-ensino-socratico-pedagogia-socratica</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/17/o-ensino-socratico-pedagogia-socratica</guid>
		<description><![CDATA[<p>O ensino Socrático é a estratégia educativa mais antiga, e ainda hoje a mais poderosa, para promover o Pensamento Crítico.
</p>
<!--more-->
<p>Com ele nos enfocamos em formular perguntas aos estudantes em vez de dar-lhes respostas. Moldamos uma mente inquisitiva e exploradora mediante a sondagem contínua, através de perguntas, sobre um tema. </p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Elaborado pela equipe de elaboração de monografias de ensino e pedagogia – Monografia Alpha</a></p>
<p>Felizmente, as habilidades que se ganham ao enfocar-nos tanto nos elementos de raciocínio de uma disciplina, como na auto avaliação, aliadas à relação lógica que resulta desse pensamento disciplinado, preparam-nos para o questionamento socrático.</p>
<p>Assim, a existência de um conjunto previsível de relações tem validez para todas as áreas e disciplinas. Isto se dá na lógica geral do raciocínio, pois cada área desenvolveu aquelas que têm:</p>
<p>- metas e objetivos compartilhados (que define o enfoque da área)<br />
- perguntas e problemas compartilhados (cujas soluções procuram atingir)<br />
- informação e dados compartilhados (que utilizam como bases empíricas)<br />
- maneiras compartilhadas de interpretar ou julgar a informação conceitos e idéias compartilhados, especializados (que usam como ajuda na organização dos dados)<br />
- conjecturas compartilhadas (que lhes permitem perseguir metas comuns dentro de um marco comum) </p>
<p>Cada um dos elementos representa uma dimensão dentro da qual se pode explorar quando se questiona a uma pessoa. Podemos perguntar por metas e propósitos. Podemos explorar a natureza da pergunta, problema ou tema que se está tratando. Podemos inquirir em se temos ou não dados e informação relevantes. Podemos considerar interpretações alternativas de dados e informação. Podemos analisar conceitos e crias senhas. Podemos questionar conjecturas que se fizeram. Podemos solicitar aos estudantes que predigam os envolvimentos e conseqüências do que estão dizendo. Podemos considerar pontos de vista alternativos. Tudo isto e mais, constitui o coração do interrogador Socrático. </p>
<p><a href="http://www.monografiaad.com.br">De acordo com o time de monografias de Pedagogia – Monografia AD</a></p>
<p>Como aproximação tática, o questionamento Socrático é um processo altamente disciplinado. O interrogador Socrático atua como o equivalente lógico da voz interna crítica que explora a mente ao desenvolver habilidades de pensamento crítico. </p>
<p>As contribuições dos colegas são como outros tantos pensamentos mentais. Todos esses pensamentos se devem tratar cuidadosa e equitativamente. Fazendo seguimento a todas as respostas mediante mais perguntas e selecionando as perguntas que permitam avançar na discussão, o interrogador Socrático força à classe a pensar de maneira disciplinada, intelectualmente responsável, ao mesmo tempo em que continuamente ajuda aos estudantes propondo-lhes perguntas facilitadoras.</p>
<p>O interrogador Socrático deve: </p>
<p>- manter enfocada a discussão<br />
- assegurar que a discussão se mantenha intelectualmente responsável<br />
- estimular a discussão mediante perguntas exploratórias<br />
- periodicamente resumir o que se atendeu e<br />
- resolver e o que não envolver na discussão a maior quantidade possível de estudantes</p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br">A partir do time de exploração e desenvolvimento do conhecimento em monografias – Monografia AC</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/17/o-ensino-socratico-pedagogia-socratica#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 23:49:28 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>ESQUEMAS DE ABASTECIMENTO FASE III - 2</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/15/esquemas-de-abastecimento-fase-iii-2</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/15/esquemas-de-abastecimento-fase-iii-2</guid>
		<description><![CDATA[<p>Nas aquisições de matéria prima, também pode ser muito econômico comprar por grandes lotes, com o fim de aproveitar-nos dos descontos
</p>
<!--more-->
<p>comerciais por tamanho de pedido, repartir entre o maior número de unidades os custos de transporte, mas todo isso implica que a fabricação por lotes precisa de grandes inventários de produtos findos. </p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br">Elaboração pontual de monografias prontas de gestão - Monografia AC</a></p>
<p>E na aquisição por lotes também são necessários grandes armazéns de matérias primas. Outro caso no que a disposição de grandes inventários barateia a aquisição de primeiras matérias e a produção é aquele no que se compra grandes quantidades daquelas quando seu preço se reduz transitoriamente (SILVA, 1986). </p>
<p>- Antecipar as variações previstas da oferta e a demanda. Existem ocasiões na que podem prever-se as variações da oferta e a demanda. Por exemplo, os editores de livros se antecipam à escassez que provoca uma greve de tipografias, acumulando livros em seu inventário, neste caso estaríamos ante uma variação prevista da oferta. </p>
<p>Também pode prever-se que uma ampla campanha de promoção de um dos produtos vai elevar a demanda do mesmo (mês de setembro, campanha escolar), neste caso para antecipar-se à demanda a empresa acumula produtos findos em seus armazéns. Outro tanto ocorre quando a matéria prima ou os produtos findos, estão submetidos a variações estacionais. </p>
<p>Através da empresa de <a href="http://www.monografiaad.com.br">elaboração de conhecimento AD Monografias para TCC e Dissertação</a></p>
<p>Esta antecipação da oferta e da demanda, engloba-se nos sistemas de gestão de Estoques, nos quais um fator finque à hora de determinar o sistema de gestão mais adequado à empresa, será a determinação do tipo de demanda do produto que basicamente agruparemos em dois: </p>
<p>- Demanda Determinista.<br />
- Não Determinista ou Probabilística (MACEDO NETO, 1989).<br />
- Facilitar o transporte e a distribuição do produto: Ainda que a demanda dos consumidores finais, seja perfeitamente previsível, geralmente os produtos têm de ser transportados desde os lugares de fabricação até os de consumo, e o transporte não pode efetuar-se de forma contínua. Por isso a produção se armazena para ser transportada em lotes. Outro tanto sucede no processo de elaboração de alguns produtos, que se vão completando em sucessivas fases realizadas em pontos mais ou menos distantes entre si. </p>
<p>- Aumentar o nível de serviço ao cliente: Muito relacionado com o ponto anterior, e fazendo referência, à logística, outra das funções dos Estoques, melhorar o nível de serviço ao cliente, determinado este como a percentagem de clientes que recebem seus pedidos num prazo de dias, em função do número de dias decorridos até a entrega dos pedidos, também pode entender-se como a percentagem de referências fornecidas frente ao total de referências pedidas. Habitualmente o melhor serviço ao cliente requer adotar medidas tais como grandes níveis de estoques ou numerosos armazéns que acerquem nossa oferta de produtos aos mercados ou inclusive sistemas de transporte de superior qualidade, o qual eleva consideravelmente o custo da distribuição. </p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Apoio didático em monografia pronta de gestão e administração - Monografia Alpha</a></p>
<p>Uma das conclusões à que chegaram todos os especialistas na matéria, é que o investimento em estoques aumenta exponencialmente, conforme o nível de serviço se vai acercando ao máximo (LYSONS, 1990).
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/15/esquemas-de-abastecimento-fase-iii-2#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 04:15:31 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>ESQUEMAS DE ABASTECIMENTO FASE III - 1</title>
	<link>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/15/esquemas-de-abastecimento-fase-iii-1</link>
	<guid>http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/15/esquemas-de-abastecimento-fase-iii-1</guid>
		<description><![CDATA[<p>É nesta terceira fase, quando a relação com os provedores se faz mais intensa, recordemos que na fase anterior,
</p>
<!--more-->
<p>ainda que as funções de venda e de compra apareciam diferenciadas, ocorria em maior ou menor medida o que ocorria na Fase I que se vendia o que se comprava (HEINRITZ, 1983). </p>
<p>Através do <a href="http://www.monografiaad.com.br">suporte em administração por monografia e artigo científico - Monografia AD</a></p>
<p>Esta relação com os provedores que desde seu mercado, pode aparecer novas oportunidades no nosso, que não detectaríamos se estivéssemos atenciosos unicamente às petições de nossos clientes, por isso os responsáveis do abastecimento passam a vendas a informação sobre novos produtos no mercado de provedores, e é nesta fase quando introduzimos o componente investigação e desenvolvimento (I+D) adaptando os produtos de nossos provedores a nossos clientes.</p>
<p><a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografias em logística e abastecimento</a></p>
<p>É aqui onde o estoque joga um papel fundamental, permitindo-nos oferecer ao mercado novos produtos que possam competir em quantidade, qualidade e que estejam no mercado no momento preciso (prazo de entrega), sem que o custo para a empresa supere suas expectativas de rentabilidade (MOURA, 1989).</p>
<p>- Redução de custos: Outro dos objetivos que cumprem os inventários é de baratear (na medida do possível) os custos de aquisição e produção (numa fase posterior do módulo se comentassem os diferentes custos que afetam a um estoque). </p>
<p><a href="http://www.monografiaac.com.br">Monografias sobre gestão de abastecimento para TCC - Monografia AC</a></p>
<p>Há ocasiões, em que a forma ótima de produção é fazê-lo por lotes, isto é, fabricar um grande lote de unidades durante um período curto de tempo e não voltar a fabricar, até que esteja quase esgotado (estoque de segurança). Isso nos permite utilizar a mesma maquinaria para elaborar diferentes produtos, o qual em muitos casos resulta muito barato, ao distribuir-se entre todos eles os custos fixos das máquinas.
</p>
<p>Veja a continuação <a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/15/esquemas-de-abastecimento-fase-iii-2">deste artigo aqui</a>
</p>
<p><a href="http://monografiatccpronta.nireblog.com/post/2008/03/15/esquemas-de-abastecimento-fase-iii-1#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 04:11:47 +0100</pubDate>	</item>
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